Você faz algo pensando que será merecedor de méritos. E dai você só se auto destrói, porque vejamos bem. Até quando eu vou deixar de ser eu para tentar ser algo que não lhe agrada, porque no primeiro oi, nos primeiros momentos. Eu tava sendo eu, e depois a gente cai nessa de “tenho que mudar pra me encaixar”, se fosse a mudança necessária começaria mal e terminaria bem, ou se quer terminaria. Terminar na verdade essa palavra me assusta mais do que o próprio término, eu consigo me virar com finais, só não consigo encarar o medo de frente chegar e dizer: “Acabou não tem mais graça” porque no fundo eu sei que não é assim, é uma fase, mas o que a gente faz quando a fase ta ruim? Simplesmente senta e espera? Esperar o que? Por que tenho tantas dúvidas e uma unica certeza? Isso é injusto. Duas certezas seriam suficientes, ou seja, eu gosto de você e você gosta de mim, seria o bastante e as outras dúvidas essas sim, eu deixaria o tempo responder, porque na real eu nunca fui a menina que se apaixona ou a que sufoca que persegue, persiste, irrita. Sufoca. Eu sempre fui a independente de rótulos, solitária e sorridente. Não quer dizer que eu era feliz, por momentos eu era feliz, mas feliz o tempo todo só fui depois de você. E essa história de felicidade agora começa com a inicial do seu nome. Não eu não vou marcar seu nome aqui isso de fato te envergonharia. Eu não, eu nem ligo. Tanto faz. Só quero que saiba que não quero rótulos ou molduras, não importa o que foi ontem, ou que eu disse merda e você pensou merda. Acho que o importante mesmo, somos nós. E toda aquela essência que nos compõe. E todo o mistério que nos assombra. E todo a certeza que de que éramos, fomos. Sei que é besteira chorar, mas eu choro, talvez choro por não ter outra opção. E dai voltamos a estaca zero, quando serei merecedora de méritos?
28 de abril de 2013
Merecedora de méritos
Você faz algo pensando que será merecedor de méritos. E dai você só se auto destrói, porque vejamos bem. Até quando eu vou deixar de ser eu para tentar ser algo que não lhe agrada, porque no primeiro oi, nos primeiros momentos. Eu tava sendo eu, e depois a gente cai nessa de “tenho que mudar pra me encaixar”, se fosse a mudança necessária começaria mal e terminaria bem, ou se quer terminaria. Terminar na verdade essa palavra me assusta mais do que o próprio término, eu consigo me virar com finais, só não consigo encarar o medo de frente chegar e dizer: “Acabou não tem mais graça” porque no fundo eu sei que não é assim, é uma fase, mas o que a gente faz quando a fase ta ruim? Simplesmente senta e espera? Esperar o que? Por que tenho tantas dúvidas e uma unica certeza? Isso é injusto. Duas certezas seriam suficientes, ou seja, eu gosto de você e você gosta de mim, seria o bastante e as outras dúvidas essas sim, eu deixaria o tempo responder, porque na real eu nunca fui a menina que se apaixona ou a que sufoca que persegue, persiste, irrita. Sufoca. Eu sempre fui a independente de rótulos, solitária e sorridente. Não quer dizer que eu era feliz, por momentos eu era feliz, mas feliz o tempo todo só fui depois de você. E essa história de felicidade agora começa com a inicial do seu nome. Não eu não vou marcar seu nome aqui isso de fato te envergonharia. Eu não, eu nem ligo. Tanto faz. Só quero que saiba que não quero rótulos ou molduras, não importa o que foi ontem, ou que eu disse merda e você pensou merda. Acho que o importante mesmo, somos nós. E toda aquela essência que nos compõe. E todo o mistério que nos assombra. E todo a certeza que de que éramos, fomos. Sei que é besteira chorar, mas eu choro, talvez choro por não ter outra opção. E dai voltamos a estaca zero, quando serei merecedora de méritos?
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